No Squawk Box, o CEO da Kalshi, Tarek Mansour, tem dificuldade em responder por que um dançarino do Bad Bunny — que assistiu aos ensaios — apostando nos mercados de previsões do Halftime Show não seria considerado uso de informação privilegiada.
Estimava-se que os esportes representassem 90% das apostas em Kalshi durante a temporada da NFL.
É por isso que a situação Giannis–Kalshi é preocupante.
Quando um atleta tem equidade em uma plataforma onde as pessoas podem apostar em resultados ligados à sua própria carreira, a questão é a confiança.
Os fãs estão sendo convidados a acreditar que o sistema é justo mesmo quando Giannis pode ganhar dinheiro com especulações sobre seu próprio futuro.
Mercados de previsão ganham mais dinheiro quando mais pessoas especulam, independentemente do resultado. Isso significa que Giannis se beneficia financeiramente de mais rumores, mais incerteza e mais apostas em sua carreira.
Uma vez que os insiders podem lucrar com os mercados de previsão, os fãs não apostam em um sistema neutro. Eles apostam contra pessoas que podem saber coisas que elas não sabem.
Quando os insiders sabem e os fãs estão adivinhando, esse não é um mercado justo. É extração.
E quando os fãs sentem que podem ser explorados por dinheiro, isso mina a crença de que o que estão assistindo é real.
Nos esportes, a percepção de integridade é a integridade.
NOVIDADE: Enquanto Kalshi e Polymarket bombardeiam os americanos com anúncios antes do Big Game, você precisa saber que o uso de informação privilegiada é um grande problema para esses mercados de previsão.
Você pode não estar negociando contra a casa, mas pode estar negociando contra alguém que sabe a resposta certa, por dentro, com poucas restrições.
Saiba a verdade.
Um jogador envolto em rumores massivos de negociação que possui parte de um mercado de previsões onde as pessoas podem apostar se ele será negociado é um ENORME conflito de interesses.
Isso vai muito além dos jogadores fazendo anúncios em casas de apostas.