Uma grande onda de robôs humanoides está a chegar e o cuidado de idosos é onde isso atinge primeiro. Não porque é tendência. Porque menos pessoas querem esses empregos agora. Recentemente, o CEO da @openmind_agi foi destacado na Bloomberg, falando sobre algo que a maioria das pessoas ignora: O futuro dos robôs humanoides não é apenas produtividade. É "conexão emocional". Em instalações de cuidados de memória, como as de Alzheimer e demência: a verdadeira crise não são as tarefas diárias. É a solidão. › Menos funcionários › As famílias visitam menos. › Alguns residentes não veem entes queridos há um ano ou mais. É aí que os companheiros humanoides mudam a equação. Não como ferramentas. Mas como uma presença. Os pacientes falam com eles. Riem com eles. À medida que os sistemas de cuidado de idosos enfrentam escassez de pessoal, o apoio emocional torna-se a primeira coisa a quebrar. Os robôs humanoides estão silenciosamente a escalar o que os humanos já não conseguem: atenção, calor e companhia. ...